CUIDADO RELACIONAL NO CONTEXTO DA COVID-19:

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA AUTONOMIA PROFISSIONAL PARA ENFERMEIROS

  • Antonio Marcos Tosoli Gomes uerj
  • Karen Paula Damasceno dos Santos Souza Souza uerj
  • Ellen Márcia Peres uerj
  • Norma Valéria Dantas de Oliveira Souza uerj
  • Helena Ferraz Gomes uerj
  • Eloá Carneiro Carvalho uerj
  • Bruna Maiara Ferreira Barreto Pires uerj
  • Magno Conceição das Merces UNEB
  • Pablo Luiz Santos Couto UNEB
Palavras-chave: Autonomia profissional, Infecção por coronavírus, Representações sociais, Cuidado de enfermagem

Resumo

Este trabalho objetiva analisar as representações sociais da autonomia profissional para enfermeiros, diante da conjuntura pandêmica da COVID-19. Estudo de cunho descritivo e exploratório, de natureza qualitativa, fundamentado teórico e metodologicamente nas abordagens processual e estrutural da Teoria das Representações Sociais (TRS). Participaram 75 enfermeiros, provenientes das regiões norte, metropolitana, centro-sul, médio paraíba e baixada litorânea do estado do Rio de Janeiro, entre os meses de junho e setembro de 2020. O levantamento de dados ocorreu pelo Google Forms através de um questionário sociodemográfico, um instrumento de coleta de evocações livres ao termo indutor “autonomia profissional do enfermeiro frente à COVID-19” e à uma pergunta aberta concernente ao enfermeiro no contexto da COVID.  A análise dos dados foi realizada pelo software Iramuteq, sendo realizadas as análises prototípica, de similitude e método de Reinert. Destaca-se a centralidade da palavra conhecimento, com maior frequência e, portanto, com caráter consensual mais ressaltado, tendo 20 participantes evocado essa palavra que compõem o núcleo central do quadro de quatro casas. A análise de similitude reforça a centralidade desta palavra, que se apresenta entre dois eixos léxicos distintos: insegurança e biossegurança. Com relação aos conteúdos processuais, a reconstrução sociocognitiva da autonomia para os enfermeiros é elaborada a partir do conhecimento, o qual se configura na tensão entre o saber e o fazer, contudo, o saber é determinante para uma atuação autônoma. Considera-se que as representações sociais da autonomia profissional para enfermeiros expressa a complexidade deste momento pandêmico, acentuando o valor do conhecimento na relação teoria-prática.

Biografia do Autor

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Professor titular da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Brasil.

 

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Professora associada da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Brasil.

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Professora titular da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Brasil.

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Professora assistente da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Brasil.

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 Professora adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Brasil.

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Professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) do Departamento de Enfermagem Médico-cirúrgico da área de enfermagem clínica.

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Professor Assistente do Departamento de Ciências da Vida e do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus I, Brasil.

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Professor substituto do departamento de Educação, CAMPUS XII da Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Bahia, Brasil. 

Publicado
2021-10-18