PREVALÊNCIA DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS EM PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN

  • Monique Reis Geissler Universidade de Mogi das Cruzes
  • Tatiana Aoki Catalan Universidade de Mogi das Cruzes
  • Camila Yukari Tarrafa Hirayama Universidade de Mogi das Cruzes
  • Luci Mendes de Melo Bonini Universidade de Mogi das Cruzes
  • Fernanda Diniz de Oliveira Campos Associação de Pais e amigos dos excepcionais (APAE) de Mogi das Cruzes
Palavras-chave: Síndrome de Down, Malformação congênita, Cardiopatias

Resumo

RESUMO

A SD além de apresentar alterações fenotípicas, genotípicas e metabólicas apresentam também anomalias congênitas entre as quais a mais relevante são as cardiopatias congênitas. Este trabalho mostra a incidência de cardiopatias congênitas em crianças com Síndrome de Down considerando os tipos de anomalias, causas e tratamento. Além disso, apresenta a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento médico e do tratamento, para a melhor qualidade e aumento da expectativa de vida. Analisamos a frequência dos diferentes tipos das anomalias congênitas em portadores de Síndrome de Down, objetivando comprovar se há relação entre a demora do diagnóstico e a qualidade de vida e sobrevida do paciente com Síndrome de Down. Para a execução do projeto foi aplicado questionário aos responsáveis, além de análise de prontuários, os dados coletados foram quantificados e analisados estatisticamente. Foram analisados 84 prontuários, 51,1% dos portadores de SD apresentaram algum tipo de cardiopatia congênita, sendo a CIA (Comunicação interatrial) a anomalia mais frequente com 23 casos, outra cardiopatia de grande relevância é a FOP (Forame oval persistente) com 14 casos relatados. Outro dado analisado foi a incidência da realização de procedimentos cirúrgicos para a correção da malformação congênita, dos 43 portadores de cardiopatias apenas 14 foram submetidos a procedimentos cirúrgicos e 25 não informavam sobre a realização ou não de procedimentos cirúrgicos. Observou-se uma variação de 40-60% em relação a literatura analisada. CIA e FOP são as cardiopatias mais encontradas neste trabalho e a maioria dos portadores foram diagnosticados ao nascer.

Palavras-chave: Síndrome de Down. Malformação congênita. Cardiopatias.

ABSTRACT

SD besides presenting phenotypic, genotypic and metabolic alterations also present congenital anomalies among which the most relevant are the congenital heart diseases. This study shows the incidence of congenital heart diseases in children with Down Syndrome considering the types of anomalies, causes and treatment. In addition, it presents the importance of early diagnosis, medical follow-up and treatment, for better quality and longer life expectancy. We analyzed the frequency of the different types of congenital anomalies in Down Syndrome patients, aiming to verify if there is a relationship between the delay of the diagnosis and the quality of life and survival of the Down Syndrome patient. For the execution of the project, a questionnaire was applied to those in charge, in addition to analyzing the medical records, the data collected were quantified and analyzed statistically. A total of 84 medical records were analyzed, 51.1% of patients with SD presented some type of congenital heart disease, and CIA (Interatrial Communication) was the most frequent anomaly with 23 cases. Another major cardiopathy was FOP (persistent oval foramen) with 14 cases reported. Another data analyzed was the incidence of surgical procedures for the correction of congenital malformation. Of the 43 patients with heart disease, only 14 underwent surgical procedures and 25 did not report on surgical procedures. A variation of 40-60% was observed in relation to the analyzed literature. CIA and FOP are the most common heart diseases found in this study and most of the patients were diagnosed at birth.

Key words: Down syndrome. Congenital malformation. Cardiac disorders.

Biografia do Autor

{$author}, Universidade de Mogi das Cruzes

Estudante da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes.

{$author}, Universidade de Mogi das Cruzes

Estudante da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes.

{$author}, Universidade de Mogi das Cruzes

Estudante da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes.

{$author}, Universidade de Mogi das Cruzes

Dra. em comunicação e Semiótica pela PUC-SP, docente no Mestrado em Políticas Públicas da Universidade de Mogi das Cruzes e docente colaboradora do Mestrado em Habitação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo – IPT-USP.

{$author}, Associação de Pais e amigos dos excepcionais (APAE) de Mogi das Cruzes

Fonoaudióloga da Associação de Pais e amigos dos excepcionais (APAE) de Mogi das Cruzes

Publicado
2018-12-15

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