A DIFERENÇA ENTRE CONTADORES CONTRATADOS PELA ORGANIZAÇÃO E CONTADORES TERCEIRIZADOS

ÍNDICE DE ROTATIVIDADE

  • Ricardo Soares de Melo FAPAM, UNINTER
  • Aldair Fernandes Silva, Msc IFSudeste MG
Palavras-chave: Rotatividade, Remuneração financeira e não financeira, Contador

Resumo

O presente artigo aborda a relação entre a remuneração (financeira e não financeira) e sua influencia nos índice de rotatividade dos colaboradores (turnover), ressaltando as contribuições e o papel do contador, contratado ou terceirizado, para minimizar e propor melhorias nesse índice. Para se alcançar o objetivo, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre o tema, buscando as principais categorias para o desenvolvimento de um estudo de caso. Por meio de entrevistas semiestruturadas com dez contadores, de dois grupos distintos: (i) contadores que fazem parte do quadro de colaboradores organizacionais e (ii) contadores que pertencentes à quadros de escritórios terceirizados de contabilidade. Ao final do trabalho é possível concluir que a remuneração financeira não é fator exclusivo de retenção de colaboradores. Outros fatores que compõem remuneração “não financeira” estão sendo valorizadas como fatores de satisfação pessoal e crescimento profissional. Sobre o papel do contador, concluiu-se que aqueles que trabalham como colaboradores (funcionários) ficam praticamente de “mãos atadas”, pois devem fazer aquilo que é solicitado pelos gestores da empresa. Já os proprietários dos escritórios podem auxiliar o departamento pessoal (DP) a analisar as empresas para as quais prestam serviço, oferecendo sugestões que minimizem – ou até reduzam – a rotatividade de funcionários, utilizando principalmente remuneração não financeira.

Biografia do Autor

{$author}, FAPAM, UNINTER

Possui graduação em Ciências Contábeis pela Faculdade de Pará de Minas (FAPAM -2015). Atualmente cursa Licenciatura em Matemática pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER). Pesquisa com ênfase em Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de pessoas, mudanças de comportamento, educação, avaliação, lazer e educação superior

{$author}, IFSudeste MG

Possui graduação em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Newton Paiva (1996), especialização em Administração de Recursos Humanos pela UNA-CEPEDERH (1999) e Mestrado Profissional em Administração pela Faculdade de Pedro Leopoldo (2007).

Publicado
2019-06-20