Estabilidade de Nanopartículas de Cobre e de Prata em Meio Aquoso

  • Jones Leite Soares Centro Universitario Brazcubas
  • Gabriel Godoi da Conceição Brazcubas Educação
Palavras-chave: cobre, nanopartícula, prata

Resumo

Um método de redução química na tentativa de obtenção de nanopartículas de cobre e de prata coloidal em meio aquoso é reportado. Utilizou-se para ambos os casos o ácido L-ascórbico em excesso como agente redutor e o uso da gelatina comercial como agente estabilizante das nanopartículas. As dispersões coloidais foram caracterizadas por espectrofotometria UV-vis após 4 meses de obtenção a fim de se observar a estabilidade das nanopartículas. Depois desse período não foram observados precipitados ou partículas em suspensão a olho nu. Identificou-se nanopartículas de prata em uma das sínteses sem a gelatina comercial e de óxido de cobre de cor amarela com ou sem a gelatina comercial. A formação do óxido de cobre se dá pela presença do oxigênio em meio aquoso e cuja concentração aumenta com a diminuição da temperatura. A maior estabilidade de nanopartículas de prata de prata em relação às de cobre se dá em razão de a prata apresentar menor tendência espontânea de sofrer oxidação em relação ao cobre.

Biografia do Autor

Jones Leite Soares, Centro Universitario Brazcubas

Doutorado em Química (Química Inorgânica) pela Universidade de São Paulo, Brasil(2016). Docente do Centro Universitário Braz Cubas.

Gabriel Godoi da Conceição, Brazcubas Educação

Discente do 6o semestre do curso de Engenharia Elétrica do Centro Universitário Brazcubas

Publicado
2020-05-23
Como Citar
Soares, J. L., & da Conceição, G. G. (2020). Estabilidade de Nanopartículas de Cobre e de Prata em Meio Aquoso. Diálogos Interdisciplinares, 9(1), 41-47. Recuperado de https://revistas.brazcubas.br/index.php/dialogos/article/view/826